Nada mais horroroso do que “servir” a Deus por medo. Seja o medo da Ira Divina, seja o medo do Inferno, seja o medo das supostas maldições. Sofrer com perturbações diárias sob a idéia de um perigo iminente retira a paz de qualquer mortal. Muitos cristãos não temem a Deus no sentido sadio do termo, mas sim, sofrem apreensão quanto ao transcendental.
Agora, esse medo de Deus é produzido na maioria das vezes por pregações doentias. Pregações que ordenam aquilo que Deus não ordenou; pregações que criam regras que Deus não determinou; pregações que pronunciam maldições enquanto Deus pronuncia paz; pregações que prometem aquilo que Deus jamais prometeu. Os pregadores das boas novas tornam-se pregadores das más novas.
Muitos pensam que podem converter alguém pelo medo. Por isso enchem as suas palavras com um cenário de terror. Agora, estão completamente enganados. Primeiro porque é Deus quem converter o homem e o Senhor não utiliza de métodos que jamais conseguiram trocar o coração de um homem. Aqueles que se “convertem pelo medo” não permanecem na comunidade cristã, pois não estão firmados na Rocha.
Aqueles que “servem” a Deus por medo do Inferno estão enganando a si mesmos.
Aqueles que “servem” a Deus sob ameaças de maldições estão duplamente oprimidos. Então, cabe ao pregador do Evangelho (Boas Noticiais) mostrar que a realidade é cruel, mas que a esperança é maior: Jesus Cristo, o justo!
Fonte: Teologia Pentecostal
Agora, esse medo de Deus é produzido na maioria das vezes por pregações doentias. Pregações que ordenam aquilo que Deus não ordenou; pregações que criam regras que Deus não determinou; pregações que pronunciam maldições enquanto Deus pronuncia paz; pregações que prometem aquilo que Deus jamais prometeu. Os pregadores das boas novas tornam-se pregadores das más novas.
Muitos pensam que podem converter alguém pelo medo. Por isso enchem as suas palavras com um cenário de terror. Agora, estão completamente enganados. Primeiro porque é Deus quem converter o homem e o Senhor não utiliza de métodos que jamais conseguiram trocar o coração de um homem. Aqueles que se “convertem pelo medo” não permanecem na comunidade cristã, pois não estão firmados na Rocha.
Aqueles que “servem” a Deus por medo do Inferno estão enganando a si mesmos.
Aqueles que “servem” a Deus sob ameaças de maldições estão duplamente oprimidos. Então, cabe ao pregador do Evangelho (Boas Noticiais) mostrar que a realidade é cruel, mas que a esperança é maior: Jesus Cristo, o justo!
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Marcadores: Neopentecostalismo
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